Pedagiômetro

31 de jul de 2010

Como Dilma avança nas pesquisas de intenção de voto

Fonte: Dilma 13
As propostas da candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, têm convencido a maior parte da população, segundo o levantamento realizado pelo Ibope a pedido da TV Globo e do jornal O Estado de S. Paulo. Os dados detalhados apontam a preferência maior entre os homens, em todas as faixas de renda e em quase todas as regiões do país.

Na pesquisa espontânea, quando o entrevistado não recebe uma lista de nomes dos concorrentes, Dilma lidera com oito pontos em relação a Serra: 27% a 19%. Quase metade das pessoas também disse que ela vencerá as eleições. Segundo o Ibope, 47% apostam na vitória de Dilma. Apenas 32% acham que o adversário tucano pode vencer.

Quando os eleitores escolhem sua opção com a lista dos candidatos, Dilma também é a preferida e está cinco pontos percentuais à frente do adversário da direita: 39% a 34%. Marina Silva, do PV, tem 7% das intenções de voto.

Segundo o Ibope, 12% do eleitorado ainda estão indecisos. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais. O Ibope realizou 2.506 entrevistas em 174 municípios de todo o País, entre os dias 26 e 29 de julho.

Dilma tem 11 pontos a mais que José Serra (PSDB) no eleitorado masculino: 44% a 33%. Entre as mulheres, a pesquisa mostra que a petista igualou as intenções de voto do adversário. Agora, ambos têm 35% das intenções do eleitorado feminino. Essa diferença já foi de sete pontos a favor do tucano.

Liderança no Sudeste

Pela primeira vez a pesquisa Ibope aponta vitória de Dilma na região Sudeste, que concentra o maior eleitorado do país: 37% a 35%. É um crescimento de cinco pontos percentuais nessa região em relação ao levantamento passado.

No Nordeste, Dilma ampliou ainda mais sua vantagem em relação ao adversário. No último levantamento, tinha 18 pontos percentuais a mais que o tucano. Agora, essa dianteira é de 24 pontos percentuais (49% a 25%). Os nordestinos dariam a vitória mais ampla a Dilma num possível segundo turno contra Serra: 55% a 32%.

No Norte/Centro-Oeste, houve uma inversão de posições: o tucano liderava por 41% a 33% e agora perde por 40% a 33%. O Sul foi a única região em que o tucano cresceu. Com 46% na região, sua vantagem sobre a adversária passou de sete para 15 pontos.

Serra lidera a rejeição entre os candidatos. Segundo o Ibope, 24% dos entrevistados informaram que jamais votariam no projeto representado pelo tucano.

Renda

Na divisão dos entrevistados por renda, Dilma tem vantagem maior entre os mais pobres, justamente os que mais tiveram benefícios com a geração de empregos e também as políticas sociais do governo Lula. Ela lidera por 38% a 28% entre os eleitores cuja renda familiar é de até um salário mínimo.

Na faixa de renda de cinco salários ou mais, a petista aparece com 40% e o tucano com 36%. A vantagem nessa faixa de renda também demonstra o acerto das políticas do governo Lula para a classe média, que cresceu em 31 milhões de pessoas nos últimos sete anos e meio.

30 de jul de 2010

Deu certo no Brasil, vai ser bom no Estado

Fonte: 29-Jul-2010 no blog do Zé Dirceu

Modelo que PT implantou no Brasil, dá certo...

O modelo de administração que o PT implantou no Brasil transformará o Estado de São Paulo de forma definitiva. Depois de 16 anos de tucanato, exaurido e que precisa ser banido do Estado, está na hora dos paulistas experimentarem um governo e o jeito petistas de governar.

Na sabatina realizada pela Folha/ UOL nesta 4ª feira, o senador Aloizio Mercadante, candidato a governador pelo PT e mais nove partidos aliados mostrou que esse novo caminho se abre para São Paulo com sua candidatura - o caminho que o Brasil conheceu com o governo Lula.

“Por que tem tanta dissidência do lado de lá? Porque as pessoas querem mudar São Paulo”, afirmou Mercadante sobre o apoio que tem recebido de setores do PMDB, DEM, PPS e de outros partidos integrantes da coligação do nosso principal adversário na disputa de governador, Geraldo Alckmin (em queda nas pesquisas).

Mercadante/Marta passaporte para 2º turno

Nosso candidato apresentou propostas consistentes para os principais problemas do Estado, que não serão resolvidos se o PSDB continuar no poder com Alckmin. O ex-governador é obcecado apenas em aumentar os mais de 300 pedágios que ele em dupla com José Serra, quando governadores, implantaram no Estado.

Entre as boas e viáveis propostas apresentadas por Mercadante destacam-se alternativas para os problemas da criminalidade; baixa remuneração das polícias; aprovação automática na rede escolar; e criação de banco estatal de fomento (como o BNDES). Com salários dignos e sem repressão a professores.

Com seu desempenho na sabatina, Mercadante provou porque na liderança da chapa majoritária composta também pelos candidatos a senador Marta Suplicy (PT) - Netinho de Paula (PC do B) tem condições de ir ao 2º turno, alavancar a candidatura Dilma Rousseff no Estado e tentar varrer o tucanato há quase duas décadas no poder em São Paulo.

27 de jul de 2010

Site de campanha do Hamilton está no ar

Entrou no ar hoje o site de campanha do deputado estadual Hamilton Pereira.
Vale a pena dar uma passada por lá e conhecer um pouco mais do trabalho desse companheiro.

www.hamiltonpereira13290.com.br

Pedida a impugnação da candidatura de Renato Amary

E mais uma vez a candidatura a deputado federal de Renato Amary(PSDB) corre risco.
Depois de o ex-vereador Arnô(PT) apresentar notícia ao MP quanto as ações em que o tucano figura como réu, agora o MPE formaliza o pedido embasado em condenações sofridas pelo mesmo em processos em que responde pela prática de improbidade administrativa.
Sinceramente, acho que a lei conhecida como "Ficha Limpa", por mais avanços que apresente, ainda não possui uma interpretação sólida o suficiente para impedir candidaturas como a de Amary. Por mais que eu concorde com a impugnação.
Vale então a análise minuciosa de cada um de nós, eleitores, quanto a vida pregressa e os caminhos percorridos pelos candidatos. Ação muito mais eficiente pra varrer os "ficha suja".
Continuo sugerindo a pesquisa pelo site Transparência Brasil como melhor ferramenta do eleitor para dirimir dúvidas quanto ao que há de verdade sobre seus candidatos.

26 de jul de 2010

Decifrando o Datafolha

Fonte: Luis Nassif

Conversei agora há pouco com Marcos Coimbra, do Vox Populi, para entender as discrepâncias entre os dados do Vox e do Datafolha e tirar as dúvidas finais sobre o tema.

A explicação é claríssima.

Dentre os diversos cortes a serem feitos no universo dos entrevistados, um deles é entre os com telefone e os sem telefone.

No caso do Vox Populi, as pesquisas pegam todo o universo de eleitores. No caso do Datafolha, há um filtro: só se aceitam entrevistados que tenham ou telefone fixo ou celular.

Há algumas razões de ordem metodológica por trás dessa diferença.

A pesquisa consiste de duas etapas. Na primeira, os entrevistadores preenchem os questionários com os entrevistados. Na segunda, há um trabalho de checagem em campo, para conferir se o pesquisador trabalhou direito.

No caso Vox Populi, o entrevistador vai até à casa do entrevistado. A checagem é simples. Sorteia-se uma quantidade xis de casas pesquisadas e o fiscal vai até lá, conferir se o entrevistado existe, se as respostas são corretas.

No caso Datafolha, é impossível. Por questão de economia, o Datafolha optou por entrevistar pessoas em pontos de afluxo. Como conferir, então, se o pesquisador entrevistou corretamente, se não inventou entrevistados?

Em geral, um pesquisador consegue fazer bem 20 entrevistas por dia. O Datafolha anunciou ter realizado 10.000 pesquisas em dois dias, 5.000 por dia. Dividido por 20, são 250 entrevistadores. Como conferir a consistência dos questionários? Só se tiver o telefone no questionário.

É por aí que o Datafolha escorrega. O campo telefone é de preenchimento obrigatório. Com isso, fica de fora uma amostragem equivalente a todos os sem-telefone.

Segundo Marcos Coimbra, do universo pesquisado pelo Vox Populi, 30% não têm telefone nem fixo nem celular. Se se fizer um corte dos entrevistados, para o universo dos que têm telefone, os resultados do Datafolha batem com os do Vox Populi – diferença de 1 ponto apenas.

Quando entram os sem-telefone, Dilma dispara e aí aparece a diferença.

É possível que, mesmo telefone sendo de preenchimento obrigatório, o Datafolha inclua os sem-telefones? A resposta tem que vir do Datafolha.

Se não incluir, está explicada a difença, o que compromete mais uma vez a reputação técnica do Instituto. Se diz que inclui, o caso pode ser mais grave e escapar das diferenças metodológicas.

22 de jul de 2010

SENSUS: assim como Serra, Alckmin começa a despencar

Pesquisa Sensus, encomendada pelo PSB e divulgada ontem, aponta o tucano Geraldo Alckmin à frente na disputa eleitoral para o governo de São Paulo. Porém, com forte viés de queda.
Valem aí algumas considerações.
Há um movimento natural em pesquisas quando o cenário ainda é incerto. A tendência é de que o eleitor entrevistado opte por apontar o nome mais conhecido da lista oferecida pelo entrevistador, ao invés de se anunciar como indeciso.
Isso aconteceu, por exemplo, com José Serra, que durante muito tempo liderou pesquisas para a Presidência da República. Quando Dilma entrou de fato na disputa, rapidamente foi diminuindo a distância com o tucano, até que passou (e sua linha continua ascendente, ou seja, vai crescer ainda mais).
No caso de São Paulo, o movimento tradicional começa a se desenhar. A princípio Alckmin aparecia com mais de 50% de intenção de votos. Hoje, aparece com 38%.
Mercadante, que começou abaixo dos 10%, já alcança 18%. Porém, ainda está havendo uma transferência de votos do tucano para os indecisos.
Parece, então, que finalmente a eleição para o governo do estado vai começar. Até aqui, os holofotes eram todos para a disputa da Presidência. Agora a chapa vai esquentar.

20 de jul de 2010

19 de jul de 2010

Serra apela para o "vale-tudo"

Não tinha outro jeito. E nem dava pra esperar outra postura da candidatura demo-tucana. E eles partiram pro vale-tudo.
Digo que era previsível porque a lógica indicava isso. Imagine você carregar uma candidatura de oposição, que representa a mudança, quando 85% da população aprova o governo que aí está. Mais, imagine carregar uma candidatura que traz consigo as marcas de um governo que deu errado, que produziu desemprego e não conseguiu atacar em nada os grandes problemas sociais do Brasil.
Pois essa é a candidatura de José Serra. O desafortunado foi o candidato da continuidade, em 2002, quando todo mundo queria mudança. Agora é o candidato da mudança, quando todo mundo quer continuar o projeto que aí está.
Há muito tempo eu escrevi neste blog que o pior tipo de oposição é a que não tem projeto alternativo.
O debate de projetos é salutar e importante para o país. Quando é impossível que ele exista, simplesmente porque o do PSDB fracassou, o que resta é o jogo baixo, rasteiro e golpista: o "vale-tudo".
E o pior é que o que rolou até aqui é só o começo.
Preparem o estômago, José Serra e seu ilustre vice (que ninguém conhece), prometem brigar até o final.

16 de jul de 2010

Reciclagem e geração de renda

Por Izídio de Brito

É triste ver o governo de Sorocaba reduzir um tema tão importante quanto a coleta seletiva a uma mera disputa de poder, sobre quem “manda mais” na cidade: o Executivo ou o Legislativo.

A administração do prefeito Vitor Lippi deixa de implantar uma política municipal de coleta apenas pela satisfação de não reconhecer o mérito de duas iniciativas: um Projeto de Lei elaborado por um vereador da oposição e o trabalho pioneiro desenvolvido pela Cooperativa de Reciclagem de Sorocaba (Coreso).

Há mais de um ano tento negociar com o prefeito seu apoio ao projeto de lei (PL) 196/2009, de minha autoria, que cria condições para ampliar a coleta seletiva de recicláveis e prevê remuneração para os catadores. Remuneração essa que tem como base o mesmo valor, R$ 103,70 por tonelada, que a prefeitura hoje paga para uma empresa particular recolher o lixo nas ruas e despejá-lo no aterro, sem medidas de reciclagem.

Já disse publicamente e repito: se o problema é a autoria do projeto, retiro meu nome da proposta. A prefeitura tem meu apoio para fazer ajustes no projeto e apresentá-lo à Câmara Municipal como iniciativa do Executivo. Minha exigência apenas é que não se descaracterize a idéia original, que se mantenha a essência do projeto.

Quanto à implicância do Paço, na figura do secretário de Parcerias Roberto Juliano, em relação à Coreso, é incompreensível. Trata-se de uma cooperativa com 11 anos de experiência acumulada. Ela foi formada por iniciativa da própria sociedade civil e gera renda para dezenas de famílias de catadores.

Apesar desse currículo da Coreso, é nítida a preferência do secretário Juliano por cooperativas criadas com o apoio da prefeitura, como a Ecoeso, a Reviver e a Catares. O tratamento desigual dado pelo Paço às cooperativas já foi comprovado em declarações de integrantes da equipe de governo em diversas matérias jornalísticas.

Eu também apóio a Ecoeso, a Reviver e a Catares. Mas meu apoio é direcionado ao trabalho dos catadores, não necessariamente à forma como essas cooperativas são gerenciadas.

Reportagem recente do Cruzeiro do Sul sobre denúncias de irregularidades na Ecoeso, por exemplo, trouxe à tona, no mínimo, a falta de acompanhamento, por parte do secretário Juliano, do que acontece na instituição pela qual ele tem tanto apreço.

Vale ressaltar que o secretário utilizou, várias vezes, a Ecoeso como referência para tentar desqualificar a Coreso e para se opor ao PL 196/2009.

O secretário afirma que as três cooperativas que ele aprecia não concordam com o PL 196/2009, que não querem firmar contrato com a prefeitura e ser remuneradas pela coleta. Ele afirma que essas cooperativas preferem ganhar um galpão centralizador dos produtos coletados.

Mas é curioso o fato de catadores desaprovarem um projeto que prevê remuneração por tonelada recolhida e que estimula a expansão e descentralização da coleta, não é?

Na minha opinião, a autêntica cooperativa dessa atividade é formada por catadores de recicláveis. Profissionais de outros segmentos podem participar como apoio e assessoria técnica (e isso é louvável), mas não como cooperados.

Empresas e instituições que apóiam a reciclagem também merecem nossas congratulações. A Uniso, por exemplo, apóia a Catares. A empresa Johnson Controls é incentivadora da Reviver. Tenho certeza que esses apoiadores não gostariam de passar pela situação que passou o secretário Juliano e ter que dizer que foram pegos de surpresa, diante de eventuais denúncias de irregularidades.

Izídio de Brito Correia - Vereador pelo PT em Sorocaba

15 de jul de 2010

O Blog de cara nova

Depois de quase um ano no ar, tava na hora de dar uma cara nova à este blog.
Então, aproveitando que o período eleitoral movimenta um pouco mais espaços como este, aproveito e apresento este novo formato.
Aos poucos vou tentando melhorar a imagem e o conteúdo da página.
Espero que agrade aos poucos, porém fiéis, seguidores da mesma.
Fico feliz em dizer que no formato anterior foram quase cinco mil visitas à este humilde espaço. Que isso agora se multiplique.
Grande abraço!

14 de jul de 2010

13 Certezas de que o Brasil vai seguir mudando

1) FIM DA MISÉRIA – Com Lula, 31 milhões de pessoas entraram para a classe média e 24 milhões saíram da pobreza absoluta. Dilma vai
aprofundar esse caminho e acabar com a miséria no país.

2) MAIS EMPREGOS – O Brasil nunca gerou tantos empregos como agora. Dilma – que coordenou o PAC e o Minha Casa, Minha Vida, programas que levam obras e empregos a todo o país – é a garantia de que o mercado de trabalho vai continuar crescendo para todos.

3) MAIS REAJUSTES SALARIAIS – Com Lula, o salário mínimo sempre teve reajustes bem acima da inflação e houve aumento da massa salarial em geral. Dilma vai manter e aperfeiçoar essa política que tem ajudado a melhorar a vida de tanta gente.

4) MAIS BOLSA FAMÍLIA – Agora, todos os candidatos falam bem do Bolsa Família, mas o brasileiro sabe: só Dilma garante o fortalecimento desse e de outros programas sociais criados por Lula.

5) MAIS EDUCAÇÃO – Lula criou o ProUni, mais universidades e escolas técnicas do que qualquer outro governo. Dilma vai seguir abrindo as portas da educação para todos. Com ela, não haverá um único município brasileiro, a partir de 40 mil habitantes, que não tenha Escola Técnica.

6) MAIS SAÚDE – Lula ampliou o Saúde da Família, criou o Samu 192,
as Farmácias Populares e o Brasil Sorridente. Dilma já garantiu: vai
criar 500 Unidades de Pronto Atendimento – as UPAs 24 horas. E 8.600
novas Unidades Básicas de Saúde – as UBS.

7) MAIS SEGURANÇA – Lula está fazendo um investimento inédito na segurança, com o Pronasci, que tem, entre suas prioridades, o policiamento comunitário, a inclusão do jovem e a parceria com a sociedade. Dilma vai ampliar essa ação, usando como modelo as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que estão livrando várias comunidades do Rio de Janeiro do domínio do tráfico.

8) MAIS COMBATE AO CRACK – Dilma vai combater essa praga com autoridade, carinho e apoio. Apoio para impedir que mais jovens caiam nessa armadilha fatal. Carinho para cuidar dos que precisam se libertar do vício. E autoridade para combater e derrotar os traficantes, estejam onde estiverem.

9) MAIS CRECHES – Dilma quer garantir mais tranquilidade para as famílias que trabalham e não têm onde deixar os filhos. Por isso, já assumiu o compromisso de construir 6 mil creches e pré-escolas em todo o país.

10) MAIS MORADIAS POPULARES – Juntos, Lula e Dilma criaram o Minha Casa, Minha Vida, que está realizando o sonho da casa própria de muita gente. Dilma vai ampliar o programa, garantindo mais 2 milhões de moradias populares para quem mais precisa.

11) MAIS APOIO AO CAMPO – Nossos agricultores nunca tiveram tanto apoio para produzir e crescer na vida. Dilma – que criou o Luz para Todos e beneficiou mais de 11 milhões de brasileiros que vivem no campo – é a certeza de que esse trabalho vai seguir em frente, tanto para o agronegócio como para a agricultura familiar.

12) MAIS CRÉDITO – Lula criou o crédito consignado e facilitou o acesso da população a várias linhas de crédito. É por aí que Dilma vai seguir para continuar beneficiando toda a população.

13) MAIS RESPEITO AO BRASIL – Com Lula, o Brasil pagou sua dívida com o FMI e passou a ser um país respeitado em todo o mundo. Dilma quer o Brasil assim: forte, independente e cada vez mais admirado aqui e lá fora.

13 de jul de 2010

Agora é Dilma



E o polvo Paul, que acertou os vencedores de todos os jogos da Alemanha durante a Copa, e ainda as semifinais e a final, parece já ter previsto o resultado das eleições de outubro.

9 de jul de 2010

Quem foi governo e não fez o que prometeu, não pode ter credibilidade, afirma Dilma

A candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, pediu hoje (8) aos adversários um debate de alto nível sobre o futuro do país. Em entrevista coletiva em São José do Rio Preto (SP), Dilma afirmou que tem “um conjunto de realizações a apresentar” aos eleitores. “Então, por que aceitar um debate em nível menor?”, questionou.

Para a candidata, a compreensão da população sobre os programas sociais do governo Lula não pode ser subestimada. Quem promete e não faz, segundo Dilma, perde credibilidade.

“A população sabe perfeitamente que não é possível que os programas sociais sejam marcas pré-eleitores. Quem, quando estava no governo não fez o que prometeu, não pode, de maneira alguma, ter credibilidade para dizer que vai dobrar o Bolsa Família”, afirmou.

Dilma Rousseff acrescentou que o presidente Lula buscou a implantação do programa Bolsa Família desde o primeiro dia de governo.

Já o PSDB precisa provar à população que cumpriu seus compromissos sociais. “Nós não somos iguais. Façam o que fizerem, a desconfiança a respeito da capacidade do governo do PSDB de cumprir programas sociais permanece, não por causa das palavras, mas por causa dos atos e fatos que eles produziram ao longo de seus governos”, disse a candidata do PT.

www.dilmanaweb.com.br

7 de jul de 2010

Com Dilma e Mercadante, pra que o Brasil e São Paulo cresçam em sintonia

Desde ontem a campanha eleitoral está oficialmente iniciada. Por isso, quero deixar aqui as justificativas de meu voto.
À partir da eleição do Presidente Lula o Brasil e o mundo conheceram uma nova forma de governar. Um novo modelo com a opção estratégica de governar para todos e todas com elevado espírito democrático e sensibilidade para entender que, mesmo governando para todos, é preciso dedicar atenção especial aos que nunca tiveram oportunidade neste país.
Entendo o governo petista, liderado por Lula, como o protagonista de uma época revolucionária de nossa história.
Vivemos sob governos construídos e organizados pela elite e para a elite brasileira. Todo e qualquer direito da classe trabalhadora foi conquistado ao longo de anos, nunca foram fruto da compreensão e da bondade daqueles que sempre estiveram no poder.
E as grandes transformações estão acontecendo exatamente agora. Ou é pouco assistir a mais de vinte milhões de pessoas deixarem a condição de pobreza extrema? Ou termos a perspectiva de erradicação dessa condição ainda nesta década?
Mais que isso, o Brasil e o povo brasileiro vivem um momento espetacular de elevada auto-estima. Viram um operário, um dos seus, que não se curvou aos interesses das grandes potências e sem ter que falar em outra língua, colocar o país entre as maiores economias do mundo.
Programas como o Pró-Uni, o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida não foram concebidos como esmolas ou de forma assistencialista, como no passado. Foram gerados pela compreensão de que é um direito de cada brasileiro e de cada brasileira viver com dignidade e sonhar com um futuro melhor. E eles ainda possuem a inteligência de, além de atender as necessidades imediatas de seus beneficiários, assumirem papel na indução do desenvolvimento do país.
Essa é a grande novidade, um Estado forte, que induz e orienta o crescimento do país.
Dois exemplos claros: 1. o Bolsa Família introduz um volume de recursos extraordinário, principalmente nos municípios mais pobres. Esse dinheiro fará com que o seu beneficiário consuma onde mora. Assim, pequenos comércios aumentam seu movimento e acabam tendo que contratar. Seus novos funcionários também melhoram seu poder de consumo e, por fim, quem produz também passa a fornecer mais para aqueles pequenos comércios.
É algo simples e fantástico. Que reduz a miséria e aquece a economia ao mesmo tempo. E que nunca havia sido feito por ninguém.
2. O enfrentamento brasileiro da crise econômica mundial: ao contrário da maior parte dos países e da cartilha do FMI, eternamente seguida por nossa eleite, em especial pelo PSDB, o governo Lula resolveu enfrentar aquele momento com ousadia. No governo FHC, quando havia crise (e foram várias) a receita era: aumentar taxa de juros, cortar investimentos públicos, emprestar dinheiro do FMI e privatizar. O governo Lula fez justamente o contrário. Diminuiu a taxa de juros, estimulou o consumo, emprestou dinheiro ao FMI (e não do FMI) e fortaleceu a máquina do estado. O PAC foi importantíssimo nisso, assim como o Minha Casa Minha Vida, que além de movimentar o mercado de materiais da construção, gerou milhares de empregos diretos na construção civil.
Enfim, o PSDB e o PT que polarizam estas eleições defendem projetos completamente antagônicos.
E o do PT, defendido e representado por Dilma, tem obtido resultados, de fato, revolucionários. Por isso deve ser mantido.
E tais resultados poderiam ser ainda melhores se o estado de São Paulo estive em sintonia com o mesmo projeto.
São Paulo tem perdido grandes oportunidades por não agir de forma republicana sob o governo tucano. Simplesmente se recusa a participar de alguns programas federais ou, pior, concorre com os mesmos.
Mercadante, o candidato petista, está preparado para o desafio de governar o maior estado da federação, é dinâmico e comprometido com o povo paulista e colocará São Paulo em sintonia com o Brasil.
É um momento único o que vivemos. Por isso, agora é Dilma, agora é Mercadante e agora é 13.

6 de jul de 2010

Cala a boca, Mauro Arce

Não sou dado ao plágio. Mas o caso merece atenção diferenciada.
Em entrevista concedida ontem à rádio Cruzeiro do Sul, de Sorocaba, o Secretário dos Transportes do Estado de São Paulo, Mauro Arce, se superou.
Questionado sobre a duplicação da Rodovia que liga os municípios de Sorocaba e Salto de Pirapora, admitiu que a mesma possui um movimento diário superior ao mínimo necessário para que haja a duplicação da via (diz-se que estrada com movimento diário superior a cinco mil veículos deve ser duplicada, e essa conta com cerca de onze mil veículos/dia). Disse ainda, no entanto, que isso só aconteceria mediante concessão, ou seja, com a instalação de praça de pedágio.
Muita gente já se manifestou a favor da duplicação de tal rodovia, sem pedágio, é claro.
E desta vez, quem tentou dialogar com o Secretário foi o reitor do Campus da UFSCAR em Sorocaba. Falou dos transtornos percebidos pelos alunos, professores e funcionários da Universidade por conta do trânsito daquela estrada, que dá acesso ao câmpus.
Destacou também que, seguido o plano de expansão traçado pela Universidade, logo aquela unidade contará com cerca de dez mil alunos, o que complicaria ainda mais o tráfego na famigerada rodovia.
E foi então que o Secretário soltou a pérola. Afirmou que, já que a faculdade fica em Sorocaba, até que a estrada seja duplicada sugere que os alunos que moram em Sorocaba utilizem "rotas alternativas" de acesso ao local.
Bom, não sei exatamente qual seria uma "rota alternativa". Penso que uma delas possa ser seguir até Itapetininga, depois rodar até São Miguel Arcanjo, voltar por Pilar do Sul, passar por Salto de Pirapora e finalmente chegar ao Campus da UFSCAR. Só isso. Qualquer um é capaz de fazer isso em menos de três horas.
Sim. Essa sugestão é do SECRETÁRIO DE TRANSPORTES DO ESTADO.
Não conhece a região. Não conhece a estrada com o maior índice de acidentes com vítimas da mesma, nem sabe que não existem rotas alternativas.
E ainda quer a duplicação pedagiada.
Sensacional. Vale o plágio descarado: "CALA A BOCA MAURO ARCE".

3 de jul de 2010

Bela Copa

Faz tempo que deixei pra traz minha contribuição àquela esquerda ranzinza. Que acha futebol coisa fútil e que se rebela contra os jogos da seleção brasileira.
Acho isso uma grande besteira. Há formas mais bem humoradas e interessantes de conquistar corações e mentes do que criticar uma das poucas fontes de alegria do povo brasileiro.
O futebol tem diversas características bacanas. É assunto certo e fácil em qualquer mesa de boteco, lugar onde seguramente grandes ideias surgem. Ele também aproxima as pessoas, envolve o racional e o emocional e pra quem frequenta estádios, como faço vez ou outra indo ao Palestra, é fonte de uma energia inexplicável.
Enfim, acho a Copa do Mundo um evento fantástico por diversos aspéctos. Esta, por exemplo, apresentou a Africa ao mundo. E ela, se vingou do mesmo com suas malditas vuvuzelas. Sensacional.
E de ontem pra hoje parece que o que havia de melhor no torneio se esgotou em quatro jogos. O Brasil perder pra Holanda é chato, mas é justo que uma seleção sem graça como a de Dunga seja campeã.
O jogo entre Uruguai e Gana foi fantástico. Aquele pênalti no último lance da prorrogação, e ainda desperdiçado, foi coisa de ficção.
Não assisti ao jogo entre Alemanha e Argentina. Nem comemoro efusivamente a derrota da Argentina, porque gosto do bom futebol e o time de Maradona o estava praticando. Mas pelo que vi depois, foi um jogão.
Por fim, vi Paraguai e Espanha e nele cenas que só se vê mesmo em Copa do Mundo.
Depois desses quatro jogos, não sei se é possível ter sobrado muito para os poucos que restam. Tomara que sim!

1 de jul de 2010

Vice de Serra critica Lula e Dilma


Ah, bom!
Então é esse o papel que o vice do candidato tucano à Presidência cumprirá durante a campanha. Vai atirar em direção a multidão pra ver se acerta alguém.
Até ontem, quando ouvi pela primeira vez que o vice de Serra seria um tal de Índio (e não um tal índio, é o deputado carioca Índio da Costa) achei que ele estivesse pagando alguma promessa. Penitência mesmo.
Particularmente, acho mais fácil ajoelhar no milho, carregar cruz em procissão ou subir escadaria de igreja carregando um elefante montado num tanque de guerra, do que ser vice de um Serra.
Mas agora parece que tudo está ficando claro. O tal de Índio, do DEM (PFL), não está pagando uma simples promessa, também está cumprindo um papelzinho rasteiro, o de ponta de lança da artilharia desesperada que segue pelo tucanato afora.
E de tanto falar em Índio pra lá e Índio pra cá. Lembrei de um famoso. O fiel parceiro do Zorro, o Tonto.
Diria José Simão que vice de Serra é a piada pronta. Sobrou pro Tonto...