Pedagiômetro

31 de jul de 2009

Opinião Socialista

O blog Opinião Socialista é a trincheira ocupada pelo companheiro Alexandre Proença. Nos últimos dias sua dedicação tem sido bastante intensa no sentido de apresentar aos seus leitores um pouco mais sobre a "turma ética do Senado".
Vale a pena visitar.

www.opiniaosocialista.wordpress.com

Ainda sobre Iperó

Mencionei em texto postado ontem que o Prefeito Vitor Lippi disse em entrevista coletiva concedida na última quarta-feira que "Sorocaba não queria ser uma Iperó". Não consigo digerir tamanho desrespeito com o povo da cidade vizinha, nem compreender como alguém com tão pouca sensibilidade a um projeto de desenvolvimento regional possa governar uma cidade pólo.
A região administrativa de Sorocaba detém os piores índices de desenvolvimento do Estado de São Paulo, em grande parte por culpa da centralização de investimentos em uma só cidade. Assim, na área da saúde, o governo do PSDB aposta todas suas fichas no Hospital Regional de Sorocaba, que acaba tendo que atender pacientes de mais de 70 municípios. Algo desumano e pouco inteligente.
Fico pensando se Lippi tem algo pessoal contra Iperó. Só pra lembrar, é pra lá que ele tem tentado enviar o lixo produzido em nossa cidade quando insiste em instalar um aterro sanitário na divisa dos municípios.

30 de jul de 2009

Bah! Caroço

O Bah! Caroço é um dos melhores blogs de companheiros de Sorocaba. E hoje o Fábio, um dos colaboradores daquele espaço, postou um bom texto sobre o treinamento a que a GM da cidade está sendo submetida.
Abaixo o link, vale a pena ler.

Bah! Caroço

Papelão Chinês

O Prefeito Vitor Lippi anunciou nesta semana o fechamento do Escritório de Negócios da Prefeitura de Sorocaba na China. Se, com isso, esperava encerrar o assunto, apenas remexeu a poeira.
Diversas perguntas levantadas no início do ano continuam sem respostas. Algumas delas: a comitiva que viajou à China (com escalas) com despesas pagas com dinheiro público trouxe algo de positivo ao município? O ex-Secretário de Desenvolvimento, Daniel de Jesus, mantinha ou não o tal funcionário que teria trabalhado num escritório que formalmente nunca existiu? Que medidas o Sr. Prefeito adotou para apurar irregularidades ocorridas em todo o processo? Por que a criação desse escritório não passou por avaliação da Câmara Municipal? Afinal de contas, esse escritório realmente existiu?
Insisto que a forma como a administração municipal tem tratado as parcerias é incorreta e beira a imoralidade. Não é possível precisar quando, mas é certo que em algum momento essa administração perdeu completamente suas referências. Sempre fui crítico do modelo de desenvolvimento adotado pelo PSDB e implantado em Sorocaba tanto por Lippi, quanto por seus antecessores, mas agora nem esse projeto equivocado seu governo tem conseguido tocar.
Os reflexos disso aparecem cada vez de forma mais intensa, a cidade está parada e seu governo conseguiu perder quatro Secretários em seis meses. Pior, as declarações do Prefeito tem sido absolutamente inoportunas, como quando afirma que a cidade de Sorocaba “não quer ser como Iperó” (sic). Um total desrespeito ao povo da nossa vizinha cidade. E justo ele que já foi vereador em Alumínio, outra de nossas vizinhas.
Há muito a ser explicado e muito mais a ser feito, uma cidade do tamanho de Sorocaba não pode se dar ao luxo de parar por período tão expressivo e só funcionar em ano eleitoral. De todas as medidas possíveis de se adotar a única que, tenho certeza, não produzirá efeitos importantes, é a de culpar profissionais da imprensa por problemas que ele próprio, Lippi, criou.

29 de jul de 2009

Nosso "ágil" prefeito.

As medidas de combate a crise de Vitor Lippi ainda não saíram do papel. O tempo anda curto.
Enquanto isso, o Governo Federal trata de resolver a questão.
Segundo relatórios apresentados por executivos de dois dos maiores bancos do mercado brasileiro, a crise por aqui já se foi.
Confirmados os dados, o Brasil se consolidará como uma das primeiras economias a encontrar o rumo após a maior crise do capitalismo moderno.
FHC e Serra devem morrer de ódio!

E as medidas de combate a crise de Vitor Lippi?

Em março deste ano o Prefeito Vitor Lippi anunciou medidas de enfrentamento a crise econômica mundial.
Entre as principais medidas disse que diminuiria despesas públicas com a redução de 70% das horas-extras dos servidores, diminuição da concessão de licenças-prêmio, combate ao desperdício de energia, redução dos serviços de tapa-buraco, contingenciamento de investimentos, entre outras.
Nenhuma medida de preservação de empregos, como a exigência de manutenção de postos de trabalho de empresas que recebem isenção de impostos do município, foi anunciada.
A imensa diferença entre a postura adotada pelos governos do PSDB e os do PT de enfrentamento a crise apontam para duas conclusões:
1. O PSDB apostou na crise como única forma de entrar fortalecido no ano eleitoral. Perdeu!
2. O modelo de gestão petista é sempre focado no desenvolvimento e na proteção da camada mais vulnerável da sociedade, ou seja, os trabalhadores. Por isso a redução de IPI, o lançamento do Minha Casa Minha Vida e o PAC. Enquanto o PSDB apresenta um modelo gerencial, com a visão dos administradores de grandes empresas onde o que vale é o lucro, o bem estar do trabalhador pouco importa.

Mesmo achando inúteis e superficiais as medidas propostas pelo Prefeito Vitor Lippi, em Sorocaba, resta a pergunta: Alguma medida proposta foi cumprida?

28 de jul de 2009

Emenda pior que o soneto

O processo de intervenção da TCS começou como estória estranha, ganhou contornos de novela e parece agora evoluir para filme de terror.
O modelo de arrecadação e custeio do transporte público sorocabano já foi inúmeras vezes questionado. Vários vereadores já disseram haver ali uma verdadeira caixa-preta, nunca provada, é verdade.
Quando, no ano passado, o Prefeito Vitor Lippi resolveu decretar a intervenção, parecia que a coisa finalmente se resolveria. Mas só piorou.
Até agora ninguém sabe ao certo qual é a real situação daquela empresa, a prefeitura já destinou milhões à mesma, fala-se em substituí-la sem nova licitação e agora, pra deixar a história ainda mais complicada, até a TCS resolve reclamar da falta de transparência dos interventores. Isso mesmo, é a "contra-rasteira".
Segundo veiculado pela imprensa local, a TCS ajuizou duas ações contra a URBES. Numa delas questiona o que teria sido feito com os R$ 8 milhões que teriam sido arrecadados no último período da intervenção.
Até aqui, nada de prestação de contas. É transparência zero.

Dilma cresce, o movimento aumenta...



Do charges on line.

27 de jul de 2009

Crise no Senado - A hipocrisia não nos serve.

Tenho recebido algumas (poucas, porém importantes) mensagens de desapontamento com o Presidente Lula por conta de sua postura frente a crise do Senado.
Em alguns casos, o que se percebe é alguma dificuldade de compreensão dos fatos, em outros, críticas verdadeiras. Mas, na maioria há uma grande dose de hipocrisia ou oportunismo.
A seguir, resumo o que penso a respeito:
José Sarney não é, nem nunca foi aliado da classe trabalhadora, tão pouco Renan Calheiros, ou Fernando Collor.
As façanhas dessas indigestas figuras não são recentes, mas qual é o fato que desencadeou essas sucessivas denúncias (em nenhum momento questiono a veracidade das mesmas)? A CPI da Petrobrás, respondo.
Apesar da maioria achar o contrário, particularmente penso que um dos momentos mais delicados para um projeto democrático como o do PT, é exatamente aquele onde tudo vai bem demais.
Quando o governo Lula acerta o rumo e começa a apresentar resultados inquestionáveis, como o que acontece agora, e se tem uma oposição sem projeto alternativo, visto que o que apresentaram quebrou o país algumas vezes, não resta à oposição nada a não ser o ataque abaixo da linha cintura. Cada vez mais frequente e inconsequente.
E o que Sarney tem a ver com isso? Muito.
O Senado aprovou a criação de uma CPI evidentemente política e ideológica. A questão primeira é que uma empresa do porte da Petrobrás, com o imenso volume de financiamentos que oferece, até por questão legal, de compensação ambiental, sempre estará sujeita a dissabores nos contratos que celebra. São riscos que qualquer grande empresa corre.
A diferença entre a BR e qualquer outra empresa é que a presidenta de seu Conselho atende pelo nome de Dilma Roussef. Enfim, o alvo final.
Do ponto de vista ideológico não é segredo algum que o PSDB sonha em privatizar o que restou do patrimônio do país.
A CPI, portanto, tem dois objetivos muito claros.
Sarney entra na história por não ter entrado na onda, o que não lhe confere inocência em relação a todo o resto. O que fica claro, portanto, é que a crise do Senado não é uma tentativa de resgate de valores éticos. Pelo contrário, é a crise da chantagem.
O vice-presidente do Senado é Marconi Perillo, do PSDB. É ele o escalado para transformar a CPI da Petrobrás em algo que possa atingir a escalada de Dilma à Presidência da República.
Tenho plena convicção do que os oito primeiros anos do PT a frente do governo federal tem representado a ruptura lenta e gradual de um modelo que sufoca a classe trabalhadora há séculos, no país. E que a vitória de Dilma nas eleições de 2010 representará um aprofundamento desse processo.
Assim, não me furto em dizer que Lula está certo. Defender Sarney é indigesto, mas se sua saída representar sinal verde para o rolo compressor da direita, é preciso fazê-lo.

Programa do Governo Federal democratiza acesso à cultura

Vale-Cultura é a primeira política pública governamental voltada para o consumo cultural

Viabilizar o acesso de mais de 12 milhões de trabalhadores e suas famílias a bens e serviços culturais. Esse é o objetivo do Vale-Cultura, a primeira política pública voltada para o consumo cultural. Na noite de ontem (23) numa cerimônia realizada no Teatro Raul Cortez, em São Paulo, o presidente Lula oficializou o envio do projeto de lei ao Congresso Nacional instituindo o benefício. A expectativa é que seja aprovado ainda este ano.

A cerimônia contou com a presença de diversas autoridades como os ministros da Cultura Juca Ferreira, da Casa Civil, Dilma Roussef, da Comunicação, Hélio Costa, dos Esportes, Orlando Silva, além de senadores, deputados, o governador do Piauí, e o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. O presidente do PT-SP, Edinho Silva também esteve presente.

Artistas marcaram presença do evento como Zezé Mota (que foi cerimonialista), o intelectual Antônio Cândido, Bruna Lombardi, Carlos Alberto Riccelli, Chico Cézar, Tetê Spindola, Sérgio Mamberti, a coreógrafa Débora Colker, o diretor de teatro José Celso Martinez Correa, o cineasta Luís Carlos Barreto, entre outros.

Com o Vale-Cultura, os trabalhadores poderão adquirir ingressos de cinema, teatro, museus, shows, adquirir livros, CDs, DVDs entre outros produtos culturais em estabelecimentos credenciados. O Vale será similar aos outros benefícios de trabalhadores como o Vale-Alimentação ou Vale-Transporte. Trata-se de um cartão magnético com saldo de até R$ 50,00 por mês por trabalhador.

As empresas que declaram Imposto de Renda com base no lucro real poderão aderir ao Vale-Cultura e posteriormente deduzir até 1% do imposto devido. Os trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos arcarão com, no máximo, 10% do valor (R$ 5,00). Os que ganham mais de cinco salários mínimos também poderão receber o benefício, desde que garantido o atendimento à totalidade dos empregados que ganham abaixo desse patamar.

O Projeto de Lei que implementa o Vale-Cultura nasceu de estudos realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostram a exclusão cultural no Brasil: apenas 14% da população brasileira vai ao cinema regularmente, 96% não frequenta museus, 93% nunca foi a uma exposição de arte e 78% nunca assistiu a um espetáculo de dança.

O Ministro da Cultura, Juca Ferreira, classificou o momento de ontem como “histórico”. “É uma revolução na possibilidade de disponibilizar cultura a todos os brasileiros”. Em discurso, o ministro Juca Ferreira afirmou que o projeto é uma “luta antiga” de Gilberto Gil, que ao assumir o ministério declarou que sua “missão era fazer da cultura um item da cesta básica do brasileiro”.

Já Gilberto Kassab salientou que terá de haver uma mobilização social para que o projeto tenha a aprovação “o mais rápido possível” e ainda ressaltou o Vale-Cultura como um projeto de transformação e fortalecimento da cultura brasileira.

Para Edinho, o ponto chave do programa é a democratização da cultura. “O Vale-Cultura garante inclusão social. Oferece aos trabalhadores a oportunidade do acesso à arte e à cultura como um direito, uma necessidade básica”, comentou.

Ele ainda enfatizou a importância para a economia. “É uma iniciativa fundamental do presidente Lula para o fomento e desenvolvimento da cultura do país. Certamente, fortalecerá a cadeia produtiva cultural, criando empregos para o setor e valorizando os profissionais da área”, comentou. Estimativas do Ministério da Cultura mostram que o Vale-Cultura pode aumentar em até R$ 600 milhões/mês ou R$ 7,2 bilhões/ano o consumo cultural no ano.

Acesso e Divulgação

Em seu discurso, o presidente Lula falou sobre a necessidade de divulgação do novo benefício do trabalhador brasileiro. Segundo ele, após a aprovação, inicia-se o processo mais difícil, que é a conscientização e divulgação por meio do empresariado e sindicalistas.

De acordo com o presidente, mesmo com a aprovação do PL, é preciso que a sociedade tenha conhecimento e cobre os benefícios. “Teremos que fazer valer a lei e isso não é apenas uma atribuição do governo, mas também dos artistas, da sociedade como um todo. É um desafio e não dá para ser feito por decreto. O benefício só vai valer se as pessoas tiverem convencidas de que podem usufruir”.

Além disso, ressaltou a importância de facilitar o acesso da população à produção cultural. “O primeiro Museu que conheci foi o do Ipiranga, porque a escola me levou. Temos que descobrir uma política de criar cinemas na periferia e fazer com que bons filmes cheguem lá em vez de fazer com que o cidadão tenha que se deslocar até o centro da cidade. É preciso fazer com que a cultura chegue à periferia onde está a maioria da população”, afirma. Durante seu discurso, ainda ressaltou a qualidade de criação do cinema brasileiro e a ineficiência ainda existente na distribuição.

Para Lula, o Vale-Cultura, apesar de significar um salto grande no acesso à arte e cultura, ainda é considerado pouco perante os muitos anos que a sociedade ficou isenta do consumo cultural, da exclusão e preconceito. A cerimônia, repleta de atrações artísticas de grupos de diferentes regiões do Brasil, terminou com a música do Titãs “Comida” – “A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte. A gente não quer só comida, a gente quer saída para qualquer parte”.

fonte: www.pt-sp.org.br

24 de jul de 2009

A Copa do Mundo Será Verde

Interessante a disposição do governo Lula em dar à Copa do Mundo de 2014, no Brasil, o caráter de primeira Copa construída sob um conceito de sustentabilidade e respeito ao meio-ambiente.
A proposta deve estar pronta até o final do ano e prevê medidas como a captação de águas de chuva para irrigação dos gramados, instalação de placas para geração de energia solar nos estádios, projetos de mobilidade que privilegiem o transporte público, menos poluente e que continue servindo a população local após o encerramento do torneio, entre tantas outras.
Desde a posse do presidente Lula, o Brasil tem deixado de ser figurante no cenário político e econômico internacional, para ser protagonista. A proposta de um evento esportivo de grandes proporções com uma orientação ecologicamente correta deve se transformar num importante marco, referência para o resto do mundo.

Bondades de Serra

O texto a seguir é do Estadão, mas também está em destaque no site do PT Sorocaba.

Serra entrega conjunto habitacional sem luz nem água

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), entregou hoje, com festa, 448 apartamentos em quatro conjuntos habitacionais de Guaianazes, extremo leste da Capital. Música popular, piadas futebolísticas e distribuição gratuita de lanches não acalmaram reclamações dos moradores sobre a falta de água e de energia elétricas em um dos conjuntos de prédios – justamente o visitado pelo governador. Nele, há 168 unidades, sendo que 43 já estavam ocupadas antes mesmo da entrega oficial das chaves. No apartamento visitado por Serra, havia luz, mas, no corredor do prédio, não.
Um homem tentou falar com Serra sobre a situação, mas foi afastado com um forte empurrão pelos seguranças do governador. “Nós ajudamos a construir esses prédios. É falta de respeito não nos ouvir”, disse Raimundo, que pediu para não ter seu sobrenome revelado. Serra enfrentou protesto também ao deixar o terreno. Pelo menos dez moradores empunhavam cartazes e pediam atenção ao bairro gritando “faixa de pedestres”. A comitiva do governador passou reto pelos manifestantes. “Tem uma escola sem faixa de pedestres para as crianças atravessarem a rua”, contou o educador Isac Lopes, de 44 anos. “Quando vem autoridade aqui é que eles resolvem enfeitar o bairro.”
A construção do conjunto habitacional de Guaianazes levou sete anos. As famílias beneficiadas pela obra ajudaram a erguer os prédios em sistema de mutirão. Entidades de fim sociais indicaram os moradores, contrataram assistência técnica e mão-de-obra e coordenaram os trabalhos. Os prédios ficam em uma área isolada, quase rural, do bairro, que só há poucos meses ganhou ruas asfaltadas. Para evitar invasões do terreno, famílias foram morar nas unidades inacabadas há pelo menos dois anos.
O diretor de obras da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), João Abukater Neto, disse que, durante a construção dos edifícios, havia ligações “provisórias” de energia elétrica. Elas foram desligadas e, aos poucos, a Eletropaulo faria a ligação dos apartamentos, um por um, até o final desta semana. “Começou agora o processo de reversão. Se você voltar sexta ou sábado, não tem mais nenhum (apartamento sem luz)”, disse Abukater Neto.
Serra foi questionado sobre o problema durante entrevista coletiva, mas pediu que o secretário estadual de Habitação, Lair Krähenbühl, respondesse à pergunta. Lair admitiu que os prédios entregues hoje estavam sem água e energia, mas disse que a maioria das famílias só mudaria para lá na próxima semana e que as que já moravam nas unidades usavam as ligações “provisórias”. Mais tarde, Lair esclareceu que o fornecimento de energia elétrica depende da assinatura do contrato do apartamento, o que aconteceu hoje. “O prédio está ligado, mas a liberação individual é feita caso a caso”, disse o secretário. “Leva um dia ou dois após a assinatura do contrato." Lair atribui as reclamações dos moradores a uma questão de esclarecimento.

Estadão

23 de jul de 2009

Fecha a conta

Segundo nota da revista Carta Capital, na última semana o TCU aprovou relatório fechando as contas do “apagão do setor energético” do governo FHC.
O documento aponta prejuízo de cerca de R$ 45 bi ao país por conta da incompetência da gestão do PSDB frente ao Governo Federal.

CPI da Petrobrás - Pesos e medidas midiáticos

No blog dos "Amigos do Presidente Lula" um bom exemplo de como setores da mídia se enroscam nas próprias teias quando a tarefa é atacar o governo Lula ou quem o cerca.
Vale a pena dar uma olhada.

http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2009/07/globo-critica-mas-gastou-12-vezes-mais.html

Em 2009, Lippi começa mal.

Há pelo menos trinta anos o mesmo grupo político se mantém no poder em Sorocaba. Já são seis anos de Lippi, que somados aos oito de Amary, com os quatro de Paulo Mendes, além dos anteriores Pannunzio, Flávio Chaves (com Paulo Mendes concluindo o mandato) e Theodoro Mendes, completam três décadas de um pequeno grupo que gerencia a cidade no que há de imprescindível e que, de resto, governa para seus próprios interesses.

Sorocaba é uma das melhores cidades do país, com excelente orçamento, boa infra-estrutura e com boas condições de desenvolvimento. O que nos falta é um governo interessado em conciliar esse desenvolvimento com a distribuição de renda e justiça social. Que priorize a grande massa de sorocabanos e sorocabanas que honestamente trabalham e constroem a grandeza desta cidade.

Pois no primeiro semestre deste ano a atuação do PT e de nossa bancada na Câmara começa a desnudar o projeto tucano e a mostrar à cidade que o PSDB só é bom de propaganda.

Somente nesse período quatro Secretários Municipais caíram. Em alguns casos, houve demonstrações de desprezo a princípios éticos no trato entre o público e o privado, além da clara demonstração de falta de projetos em áreas importantes das políticas públicas.

A verdade é que esse grupo que se alterna no poder há trinta anos soube renovar sua “embalagem”. Roupa nova para velhas práticas, algo como Maluf e Kassab. E aos poucos o PT, como única alternativa viável, começa a desmontar essa hegemonia.

Construímos um bom começo. E os núcleos que ressurgem nos bairros da cidade, o alinhamento positivo entre a bancada e a direção do partido, o comprometimento dos movimentos sociais que nos acompanham, sobretudo o sindical, tratarão de pavimentar um novo período de nossa história, a começar pela vitória de nossos candidatos e candidatas às eleições de 2010.